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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

The Ultimate Gift (resenha)

Sinopse: Quando o bilionário avô, Red Stevens (James Garner) morre, Jason (Drew Fuller) não imaginou que receberia a herança, pois achava que o seu pai tinha morrido por causa do seu avô, e devido a isso ele odiava o bilionário Red Stevens, mas as coisas não ocorrem da maneira planeada. Para conseguir seu montante da herança, Jason deve completar doze tarefas durante o período de 1 ano. Essas tarefas tem o objetivo de mudar Jason, mais o que causa mais impacto nele é o encontro com Emily, uma garotinha com Leucemia que acaba por mudar muito a vida e o comportamento de Jason.

Avaliação: Fazia um tempão que eu não assistia nenhum filme. Nem no computador, nem no cinema. E na televisão, acho que só uns filmes de desenho animado que passam nos canais que a minha irmã mais nova assiste. Por conta disso, um belo dia resolvi que ia baixar uns filmes. Fiz umas pesquisas no google e encontrei uma resenha positiva de The ultimate gift, cujo título em português eu não lembro. A história parecia interessante, então baixei. Nunca tinha ouvido falar. E agora pesquisando para escrever essa resenha, ainda descubro que o filme é baseado num livro. Livro esse que não sei o nome, não encontrei em lugar nenhum, então suponho que deva ser The Ultimate Gift também. Até peça de teatro baseada nele tem.

Pela sinopse já se tem uma boa noção de como será o filme, certo? Pois é. Eu diria que é uma história previsível, mas que ainda assim, vale muito a pena!

Comecei a assistir sem grandes expectativas e logo no inicio já sabia que não ia me arrepender, porque quando todos estão no funeral do Red, o bilionário, aparece um cara fazendo uma entrada nada digna de um enterro e chamando a atenção de todos. E para a minha surpresa, o cara era o Drew Fuller! Sendo bem sincera, não lembrava de onde eu o conhecia. Sabia quem ele era e tudo mais, mas não sabia que filme ou seriado ele tinha atuado. Ai fui procurar no google e aparentemente o único lugar onde eu já o teria visto era em The O.C., mas tava achando super estranho, pois ele só apareceu em um episódio. Quando decidi ler até a ultima linha no wikipedia, descubro que ele era o carinha do clip “Wherever You Will Go” do The Calling. Minha banda favorita na época da minha pré-adolescência. E ainda aparecia no clip “Over” da Lindsay Lohan, que eu amava também.


Enfim, voltando ao foco do filme. Como se já não bastasse o ator principal, a garotinha que faz o papel da Emily é a mesma atriz de pequena miss Sunshine. Ou seja, o filme mal tinha começado e eu já estava amando!

Gostei de ver Jason se transformando numa pessoa mais madura e conhecendo o valor do dinheiro. Achei as tarefas propostas pelo avô muito coerentes. Acho que o filme teve sua pitada de “isso só acontece em filme mesmo”, mas até contribuiu para a história ficar legal.

A Emily e sua mãe foram personagens importantes para o amadurecimento do Jason. E logo no começo você já imagina o desenrolar todo envolvendo os três. Mas tudo bem. Nada conseguiu tirar o brilho do filme e os ensinamentos.


A Emily é uma fofa! Na verdade, eu sou suspeita para falar, pois amo a atriz. Para uma criança, ela é tão esperta, corajosa, bondosa e sensível. Ainda mais para uma criança com leucemia. Achei lindo a forma como ela acaba tocando a vida do Jason.

O Jason e o avô que faleceu tinham problemas. Não se falavam e o Jason achava que Red o odiava. No começo você fica super curiosa (pelo menos eu fiquei) para entender o motivo dessa desavença.

A família do Jason é um desastre a parte. Todos interesseiros, grosseiros, sem a menor classe, mas cheios de dinheiro no bolso. Ele não era muito diferente do resto da família no inicio...

É aquele tipo de filme que é bom assistir num domingo ou quando não se tem nada pra fazer. Possui um enredo leve e ao mesmo tempo tocante. E eu confesso que em alguns momentos eu chorei. Tem uma pitada de comédia. Tem momentos fofos. Tem personagens cativantes, dos principais aos que mal aparecem. Então eu considero quase impossível alguém não se apaixonar por The Ultimate Gift.

E acho que é isso. Como eu já disse, é tudo bem previsível, mas que mesmo assim, o encanto não se perde. Recomendo muito!


Por: Mar

sábado, 28 de junho de 2014

Steal My Heart (Catch Me) (resenha)

Steal My Heart (Catch Me)

Fazia sei lá quantos séculos que eu não assistia a um filme asiático. Vou confessar que tenho um certo receio em assistir filmes asiáticos, porque por melhores que eles sejam, eu sempre acho que há algo monótono ou algo que me incomoda, mas não sei dizer o que. Em Catch Me também teve esse “algo” que me incomoda, mas eu acabei nem dando importância porque: a) Joo Won no elenco eu assistiria até se fosse o pior filme do mundo. b) Joo Won de policial me faz lembrar Bridal Mask e o quanto irresistível ele ficava de uniforme e naqueles ternos sob medida. c) O filme realmente me arrancou risadas!

Resolvi baixar o filme porque eu não tinha mais nada pra fazer. Estou esperando minhas séries americanas retornarem e ainda não decidi qual dorama vou assistir. Ai eu vi um post sobre o filme num blog que eu sempre olho quando preciso de ideias para assistir algo coreano e nem pensei duas vezes, fui logo atrás de baixar.

O enredo gira em torno de um policial que precisa prender uma ladra profissional. O problema é que ele acaba descobrindo que ela é sua antiga namorada e sem saber como criar coragem para prendê-la, ele acaba protegendo-a. O filme se desenrola em torno disso, basicamente.

Há muita comédia e romance, além de cenas de ação. Como eu disse no inicio, eu realmente dei risada com várias cenas. Joo Won é um dos melhores atores (talvez o melhor, mesmo eu amando mais o Lee Min Ho) que eu conheço. Esse cara se transforma em cada personagem. Ele faz drama e comédia como ninguém! A maioria das cenas que eu ri foram dele.

Como era um filme de comédia coreano, tinha umas cenas, umas partes, totalmente sem noção e toscas, mas para quem está acostumada, como eu, acaba sendo engraçado.

A química entre o casal principal era excelente! O ruim dos asiáticos é que eles não têm o costume filmar cenas mais picantes ou com mais beijos ou até mesmo um contato físico mais profundo. Na verdade, há um ponto positivo nisso também. Como eles têm mais contato sutil, como troca de olhares, abraços rápidos e coisas do tipo, você acaba vibrando ainda mais pelo casal e parece que em nenhum momento o romance fica chato (isso serve para os filmes e doramas). Os dois beijos mostrados no filme entre o casal principal foram simplesmente perfeitos! Eu vibrei muito, pelo menos.


A história é tão aflitiva, que você não sabe se eles vão ficar juntos ou serem presos, então vale totalmente a pena assistir até o final. Já estou até pensando em re-assistir, porque é uma comédia romântica muuuito gostosa.

download: link aqui

Por: Mar
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